“A maior Liberdade de Expressão é a Expressão da Liberdade”.




Carlos Ayres Britto.








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terça-feira, 21 de setembro de 2010

O jornalismo empresarial: cada vez mais digital!

“Recomendo sugarem do livro os muitos proveitos possíveis que ele propicia. Com ênfase particular, estendo a recomendação a quem, por proximidade profissional e /ou acadêmica, se interessa pela prática do jornalismo na comunicação interna das empresas”. Na frase acima, Carlos Chaparro analisa o livro “Jornalismo Empresarial: isso é possível?” (Mercado de Comunicação), de autoria do jornalista Guilherme Diefenthaeler, que se dedica há quase 20 anos à comunicação corporativa. Com 118 páginas, a obra discute temas importantíssimos para os profissionais de comunicação. Nos capítulos, há espaço para discussões culturais como linguagem; e também de cunho totalmente corporativo, como gestão, valor do jornal empresarial e a presença do jornalismo nas organizações.O ponto mais interessante, no entanto, é a pesquisa realizada pelo autor. No capítulo 07, Guilherme apresenta estudo realizado com 15 jornalistas que atuam em empresas, agências e instituições. As questões – quatro no total – analisaram, de maneira geral, a qualidade do jornalismo praticado nas empresas e os assuntos abordados pelas publicações corporativas. O levantamento apontou que “há quase um consenso de que a qualidade do jornalismo empresarial praticado no Brasil evoluiu significativamente, em aspectos como conteúdo e apresentação visual, particularmente nos últimos anos”. Outra conclusão é a de que “publicações impressas perduram porque, apesar das novas tecnologias, é restrito o acesso do trabalhador ao computador, embora haja tendência de crescimento do formato digital”. Trata-se, sem dúvida alguma, de uma grande oportunidade para as agências de comunicação. “Transformar” o tradicional conteúdo dos jornais – aprovados por presidência e diretoria - em material atraente para as outras mídias exige persistência, mas também um mergulho profundo nos valores e missões da própria organização. Prepare, então, seu snorkel, máscara e coloque muito oxigênio no cilindro. E.... entre no mar!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Um boa idéia!! Jornal MACRO -Diferente

Assisti esse comercial do jornal METRO e achei super interessante....um filme curto, sem grandes produções porém EXCELENTE ! Jogo de palavras, frase de impacto...reflexão na certa!

Enjoy....

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Como fazer um Plano de Mídia?

Há algum tempo, escolher em qual mídia publicar um produto ou serviço para atingir o seu público era bem mais fácil. Não existiam tantos canais de comunicação, milhares de redes sociais, televisão nos ônibus, entre diversos outros meios.
Com a multiplicação das maneiras de se divulgar um produto, destacando, principalmente, as mídias digitais, a escolha se tornou bem mais complicada. Mas, ao mesmo tempo, atingir um público específico ficou mais fácil. Como são muitas as diferenciações, é possível identificar melhor a segmentação que você quer alcançar. As estratégias deixaram de ser tão gerais e se focalizaram.
Assim, muitas vezes não é necessário investir milhões em uma mídia para chegar ao seu objetivo. Escolher a certa para o seu público pode ser muito mais eficaz e barato do que passar um comercial no meio da novela das oito. E, lembrando que mídia é um dos maiores orçamentos de marketing, um erro pode custar muito caro.
Contudo, também devemos pensar que cada caso é um caso. Não podemos achar que nunca é necessário comprar um espaço de maior valor. Algumas vezes isso é realmente o mais adequado a se fazer e é aí é que entra o conhecimento e a experiência para saber diferenciar cada situação.
Confira abaixo o roteiro para elaboração de um Plano de Mídia.

Modelo de roteiro de plano de mídia

A. Informações Básicas

1. Produto:

 Descrição e destaque para principais atributos.
 Análise do quadro geral de vendas e distribuição.
 Análise dos pontos fortes e fracos.

2. Situação do Mercado:

 Análise geral do ambiente de marketing, destaque para
principais fatores que podem influenciar planejamento.
 Participação de vendas por marca no setor.
 Ameaças e oportunidades.

3. Concorrência:

 Principais características e diferenciais.
 Análise dos dados de vendas, preço e distribuição.
 Ações de marketing e comunicação.

4. Público-alvo:

 Dados demográficos (sexo, classe social, faixa etária, nível
de ocupação e instrução).

5. Objetivo de marketing:

 Pretensão do cliente para o produto em relação a vendas,
comunicação, concorrência.
 Meta: determinação numérica de vendas e do tempo
previsto.

6. Estratégia de marketing:

 Atividades previstas para atender ao objetivo de marketing.
 Ex: aumentar a capacidade de produção, melhorar
distribuição, diminuir preço, realizar promoção de vendas,
investir em propaganda.

7. Objetivo de comunicação:

 Determinação daquilo que o público-alvo deve receber em
termos de propaganda.
 Ex: benefícios do produto, imagem de marca, ataque à
concorrência.
 Tempo previsto para alcançar o que foi determinado.

8. Estratégia de comunicação:

 Quais caminhos serão seguidos para se alcançar o que foi
proposto.
 Ex: Apresentar atributos do produto, valorizar seus
benefícios, ressaltar qualidades.

9. Praça de veiculação:

 Distribuição das vendas por praças do produto dos
concorrentes – levantamento.
 Indicação das praças prioritárias para campanha.

10. Período de veiculação:

 Indicação dos períodos de maior e menor consumo.
 Indicação do período de veiculação.

11. Verba disponível:

 Apresentação do valor da verba de que o cliente dispõe para
formalizar a campanha.
 Apresentação da verba recomendada quando o cliente não
apresenta valores.

B. Objetivo de mídia

É a parte mais importante do plano de mídia – formula-se o
pensamento estratégico na área, o qual funcionará como eixo para
o desenvolvimento das ações. Necessita-se de uma visão global
sobre o plano de mídia para se estabelecer: alcance junto ao
público-alvo, freqüência média, continuidade de veiculação, os
meios mais adequados, os veículos selecionados e a maneira
como a veiculação será implementada.

1. Alcance: determina-se o percentual do público-alvo que se
pretende atingir com a campanha (principalmente TV).

2. Freqüência média: quantidade média de exposições (TV).

3. Continuidade: distribuição dos flights em relação às
semanas de veiculação – continuidade linear, em onda ou
concentrada.

C. Estratégia de mídia

Nesta etapa, selecionam-se os meios que serão utilizados para
atender ao objetivo de mídia. Durante o processo de seleção devese
levar em consideração que cada veículo desempenha um papel
específico dentro da campanha. Pode-se determinar três tipos
básicos de seleção de meios:

1. Meio básico: meio único ou principal de uma campanha,
caracteriza-se por atender quase plenamente aos objetivos.

2. Meio complementar: Complementa o meio básico em
situações específicas – atingir a maioria do público-alvo,
atender estratégia de continuidade linear da campanha,
permitir detalhamento de características do produto.

3. Meio de apoio: serve de reforço ao meio básico no sentido
de alcançar alta freqüência de exposição – principalmente
quando se necessita reforçar a marca na mente do
consumidor.

D. Cronograma de veiculação

Recurso gráfico que deve facilitar a visualização de como os
meios serão utilizados em um determinado período de campanha.
Deve possibilitar ao profissional de mídia uma forma de explicar
de maneira clara, simples e direta como se desenvolverá a
campanha.

E. Tática de veiculação

É a apresentação detalhada de como a veiculação será executada,
neste item pesam as informações que demonstrem os índices de
audiência ou penetração, rentabilidade dos veículos ou programas
selecionados, analise de retorno sobre investimento.

F. Breakdown – resumo das utilização da verba por veículo (%)

Quadro que contém os valores absolutos e relativos (%) da
programação de mídia selecionada totalizando a verba
recomendada ou determinada pelo cliente.

G. Anexos

Devem-se incluir no plano de mídia demais documentos inerentes
ao processo estratégico – dados de pesquisa de mídia,
demonstrativos de negociação, propostas de patrocínio e de
oportunidades disponíveis no mercado.

Fonte

terça-feira, 22 de junho de 2010

LIVRO: REPORTAGEM NA TV




Um panorama de como realizar reportagem para Televisão a prática de profissionais que acompanhamos diariamente nos telejornais. Um livro para jornalistas, para quem quer ser jornalista e para o curioso em conhecer o universo jornalístico.Quais são as peculiaridades de uma reportagem na televisão? Que tipos de reportagem existem? Quais os caminhos para uma boa reportagem especial? Os cuidados, a linguagem, a fala, a produção, a edição. Tudo isso é deliciosamente escrito por quem vive no dia a dia da redação. O jornalista Alexandre Carvalho, que atuou nas principais emissoras de televisão do país, conta aos leitores a importância do trabalho em equipe, a forma como é decidida uma cobertura especial e sugere um novo modelo de atuação. Autoria coletiva de Alexandre Carvalho, Fábio Diamante, Thiago Bruniera e Sérgio Utsch. Eles revelam os bastidores de algumas importantes e premiadas reportagens especiais.

VALE A PENA CONFERIR!

DICA DE LIVRO: Reportagem de TV



Um panorama de como realizar reportagem para Televisão a prática de profissionais que acompanhamos diariamente nos telejornais. Um livro para jornalistas, para quem quer ser jornalista e para o curioso em conhecer o universo jornalístico.Quais são as peculiaridades de uma reportagem na televisão? Que tipos de reportagem existem? Quais os caminhos para uma boa reportagem especial? Os cuidados, a linguagem, a fala, a produção, a edição. Tudo isso é deliciosamente escrito por quem vive no dia a dia da redação. O jornalista Alexandre Carvalho, que atuou nas principais emissoras de televisão do país, conta aos leitores a importância do trabalho em equipe, a forma como é decidida uma cobertura especial e sugere um novo modelo de atuação. Autoria coletiva de Alexandre Carvalho, Fábio Diamante, Thiago Bruniera e Sérgio Utsch. Eles revelam os bastidores de algumas importantes e premiadas reportagens especiais.


VALE A PENA CONFERIR!

terça-feira, 8 de junho de 2010

DICAS: Marketing Jurídico Prático

Sabe aquelas dicas que você sempre quis de marketing jurídico e tinha medo/receio ou não sabia como perguntar? Seus problemas acabaram!

Leia abaixo algumas ideias práticas de Marketing Jurídico:

Tenha um Blog

Crie um blog, é de graça, atualize periodicamente, preferencialmente diariamente, com artigos simples, diretos e objetivos nas matérias que atua como profissional.

Participe das redes sociais

Esteja conectado nas redes, principalmente Facebook e Twitter, atualizando periodicamente sobre tudo que você está fazendo em termos profissionais, bem como sobre seus artigos publicados no Blog (tem inclusive como automatizar, o artigo no blog é publicado e automaticamente atualiza no Twitter e Facebook).

Divulgue o Blog sempre

Pegue um resumo dos artigos publicados no blog e envie aos clientes, parceiros, enfim, aquelas pessoas que você se comunica. Não esqueça de pedir autorização para enviar os artigos, senão acabarás fazendo SPAM.

Fale, exponha suas ideias

Não fique esperando que o cliente venha ao seu escritório. Como o cliente irá saber que você é o melhor advogado do mundo se ele não sabe as suas ideias, conhecimento, opinião?
Crie uma coluna num jornal e escreva sobre assuntos jurídicos (nada de responder casos de clientes, mas de falar sobre temas de interesse público). Faça o mesmo numa rádio. Pegue associações comerciais, industriais, etc e faça uma palestra.O mundo está sedento de informações. Todos querem ouví-lo, podes ter certeza!

Participe de grupos virtuais e/ou presenciais

Ingresse em dois ou três grupos virtuais de negócios, nas áreas de interesse do teu cliente, enfim, em grupos que possam agregar possíveis interessados no teu trabalho. Participar de grupos jurídicos é maravilhoso para trabalho como correspondente e quem sabe futuras alianças estratégicas, mas não para clientes em potencial.
Se o grupo ou palestra oferecer espaço para networking, ótimo. Participe também de rodadas de negócios. Vale a pena conhecer outros mercados, pessoas, empresas.

Tenha sempre um cartão de visita

Não se acanhe em entregar um cartão de visitas junto com um sorriso e um aperto de mão. Cordialidade, bom senso e oportunidade para entregar sempre existem em qualquer conversa. Nem que seja na hora de se despedir, pegue um cartão, entregue e diga: "Estou sempre as ordens","Vamos manter contato", etc.

Enfim, Marketing Jurídico não é impossível, nem irreal ou complicado. Basta dedicação, visão e principalmente atitude.

Pense nisto

Fonte

quinta-feira, 27 de maio de 2010

STF julga decreto sobre TV digital nesta quinta-feira 26/05/2010

O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta quinta-feira (27/05) o julgamento sobre a constitucionalidade do Decreto 5.820, de 2006, que estabeleceu o Sistema Brasileiro de TV Digital e as regras para a digitalização da televisão no país. O questionamento do decreto é de autoria do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), que ingressou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 3944) por considerar que o SBTVD não é apenas uma atualização dos serviços de radiodifusão no país.Tendo como relator o ministro Carlos Ayres Britto, a ADI 3944 foi impetrada pelo PSOL em 21 de agosto de 2007. O partido questiona os artigos do Decreto 5.820 que concedem novos canais digitais aos atuais concessionários de emissoras de televisão, sem licitação e atropelando preceitos constitucionais. E argumenta que tal iniciativa amplia a concentração da propriedade dos meios de comunicação no país.A inconstitucionalidade argüida pelo PSOL já foi respaldada pela Procuradoria Geral da República (PGR), que em junho de 2009 emitiu parecer considerando a ação procedente. Desqualificando a TV Digital como mera continuidade dos serviços de Televisão hoje prestados no país, a PGR apontou que o novo sistema cria novos serviços, como a possibilidade de transmissão de dados, a interatividade e a recepção móvel de sinais. Argumenta, também, que o decreto não respeita o processo de renovações e concessões, contrariando o Artigo 223 da Constituição Federal, e que a escolha do padrão japonês para implementação do SBTVD não foi transparente.Diversas entidades e movimentos sociais ingressaram no processo apoiando a ação do PSOL na condição de Amicus Curiae (amigos da Corte). Já do lado do governo, que sustenta que as novas outorgas dos canais digitais ocorreram porque não constituem novas concessões, também na condição de Amicus Curiae, estão entidades empresariais como a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Associação Brasileira de Radiodifusores e a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).